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Oriundo de uma pequena aldeia da Beira Interior, era o mais velho dos sete filhos de Abílio de Faria, Capitão de Infantaria, e de sua mulher Maria de Jesus Lourenço, neto paterno de Guilherme de Faria e de sua mulher Maria Nunes e neto materno de António Lourenço e de sua mulher Ana Carpinteiro. Mudou-se para a Guarda em 1932 e ingressou no Colégio Militar em 1934, um ano depois de o pai partir para Nampula, em Moçambique.
Em 1940, estudante na Universidade de Coimbra, encontra aí um ambiente aberto e propício à reflexão cultural que sempre haveria de prosseguir. Obtém a licenciatura em Ciências Histórico-Filosóficas em 1946. Torna-se assistente da Faculdade de Letras entre 1947 e 1953, colaborando com Joaquim de Carvalho. É nesse período que publica o seu primeiro livro, Heterodoxia (1949), que reúne uma parte da sua tese de licenciatura, O Sentido da Dialéctica no Idealismo Absoluto. Colaborou também no Diário de Coimbra, publicando as Crónicas Heterodoxas.
Já em 1949 realiza um estágio na Universidade de Bordéus 2, com uma bolsa do Programa Fulbright. Leitor de Cultura Portuguesa entre 1953 e 1955 nas universidades de Hamburgo e Heidelberg, exerce a mesma actividade na Universidade de Montpellier de 1956 a 1958. Casa-se com Annie Salamon, em Dinard, em 1954. Após um ano passado na Universidade Federal da Bahia, como professor convidado de Filosofia, passou a viver em França em 1960.
Fixou residência em Vence, em 1965. Foi leitor na Universidade de Grenoble de 1960 a 1965 e maître assistant na Universidade de Nice até 1987, passando a maître de conferences em 1986. Tornou-se professor jubilado em Nice em 1988.
Então, em 1989 assume funções como conselheiro cultural junto da Embaixada Portuguesa em Roma, até 1991. Desde 1999 ocupa o cargo de administrador (não executivo) da Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa.
O Centro de Estudos Ibéricos criou em sua homenagem o Prémio Eduardo Lourenço, atribuído desde 2005 e destinado a agraciar personalidades ou instituições com intervenção relevante no âmbito da cultura, da cidadania e da cooperação ibéricas.
Foi um dos principais signatários do Manifesto em Defesa da Língua Portuguesa Contra o Acordo Ortográfico de 1990, petição on-line que, entre maio de 2008 (data do início) e maio de 2009 (data da apreciação pelo Parlamento), recolheu mais de 115 mil assinaturas válidas.
No dia 28 de novembro de 2015 foi criada pela Câmara Municipal de Coimbra a Sala Eduardo Lourenço, na Casa da Escrita, destinada a albergar cerca de 3 000 livros do intelectual.
Tomou posse em 7 de abril de 2016 como Conselheiro de Estado, designado pelo Presidente Marcelo Rebelo de Sousa.
Eduardo morreu em Lisboa a 1 de dezembro de 2020, aos 97 anos. O Governo decretou 1 dia de luto nacional.
1923 - Eduardo Lourenço de Faria nasce a 23 de Maio, em S. Pedro do Rio Seco (Almeida - Guarda), filho de Abílio de Faria e de Maria de Jesus Lourenço;
1930 - 31 Frequenta a Escola Primária em S. Pedro do Rio Seco;
1932 - Parte com a família para a Guarda, onde frequenta a 3ª classe;
1933 - Regressa a S. Pedro de Rio Seco, concluindo o ensino primário com distinção no exame final;
1934 - De novo na Guarda, frequenta o 1º ano do ensino secundário no Liceu Afonso de Albuquerque;
1935 - Ingressa no Colégio Militar, cujo curso termina em 1940. E neste mesmo ano é admitido na Faculdade de Ciências da Universidade de Coimbra;
1941 - Pensa entrar na Escola do Exército mas desiste dos cursos preparatórios militares na Faculdade de Ciências e presta provas de aptidão à Licenciatura em Ciências Histórico-Filosóficas, tendo sido admitido;
1944 - Conclui o 4º ano da licenciatura em Ciências Histórico-Filosóficas;
1945 - Frequenta o Curso de Oficiais Milicianos;
1946 - A 23 de Julho conclui, com 18 valores, a licenciatura de Ciências Histórico-Filosóficas defendendo a tese intitulada O Idealismo Absoluto de Hegel ou O Segredo da Dialéctica;
1947 - É convidado, pelo Prof. Joaquim de Carvalho, para Assistente (20 Outubro 1947-20 Outubro 1953) do Curso de Filosofia da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra – Presta serviço militar na Guarda, como alferes miliciano, no Batalhão de Caçadores 7;
1949 - Com uma bolsa de Estágio da Fundação Fullbright e a convite do Reitor da Faculdade de Letras da Universidade de Bordéus, parte para França (Novembro 1949 - Junho 1950) a fim de colaborar no “Corpus des Philosophes Français” na reedição de parte da obra de Malebranche relativa às polémicas com Arnauld. Conhece Annie Salomon, então estudante no Instituto Hispânico da mesma Universidade;
1953 - Estadia de dois meses (Janeiro-Fevereiro 1953) em Paris, com uma bolsa do Instituto de Alta Cultura, a fim de prosseguir a investigação sobre Malebranche;
1953-54 - Como Leitor do Governo Português, na Universidade de Hamburgo e Heidelberg, lecciona Língua e Cultura Portuguesas;
1953-54 - Como Leitor do Governo Português, na Universidade de Hamburgo e Heidelberg, lecciona Língua e Cultura Portuguesas;
1954 - A 20 de Abril casa em Dinard (Bretanha) com Annie Salomon;
1955-58 Como leitor do Governo Português, na Faculdade de Letras da Universidade de Montpellier, lecciona Língua e Literatura Portuguesas;
1958 - A Maio deste ano parte para o Brasil onde, por um ano e como professor convidado da Universidade da Baía, rege a cadeira de Filosofia;
1959 - Regressa a Montpellier;
1960-65 - A convite do Governo Francês é leitor independente de Língua e Cultura Portuguesas na Faculdade de Letras da Universidade de Grenoble;
1965 - É “maître-assistant” e professor associado na Faculdade de Letras da Universidade de Nice;
1966 - Adopção do filho Gil;
1973 - Professor convidado da Universidade Nova de Lisboa onde dirige um Seminário de Literatura Contemporânea;
1974 - Fixa residência em Vence (Alpes Marítimos); é convidado pelas Faculdades de Letras de Coimbra, do Porto e de Lisboa para nelas exercer funções docentes mas declina esses convites;
1975 - É convidado por Vítor Alves, ministro da Educação do VI Governo Provisório, para assumir a pasta de ministro da Cultura, convite que recusa;
1978 - Adere à União de Esquerda para a Democracia Socialista (UEDS);
1980 - Com outras personalidades apoia a candidatura do general Ramalho Eanes à Presidência da República;
1985 - Apoia a candidatura de Maria de Lourdes Pintassilgo à Presidência da República e a de Mário Soares na segunda volta das presidenciais. Com mais doze intelectuais subscreve um documento apoiando a formação de um novo partido político, o PRD;
1986 - É “maître de conférences” associado na Faculdade de Letras da Universidade de Nice;
1989 - Jubila-se da Faculdade de Letras de Nice e é nomeado, pelo Governo Português, Conselheiro Cultural junto da Embaixada de Portugal em Roma, cargo que ocupa até 1991;
1992 - Em colaboração com Pierre Botineau, e com fotografias de Jean-Luc Chapin, publica Montaigne 1533-1592, Centre Régional des Lettres d’Aquitaine/L’Escampette Éditions, que encontra largo eco em França;
2002 - É nomeado Admnistrador (não executivo) da Fundação Calouste Gulbenkian;
2010 - Passa a residir entre França (Vence) e Portugal (Lisboa);
2013 - Morre Annie Salomon de Faria; radica-se, definitivamente, em Lisboa;
Heterodoxia I, 1949 Coimbra, Coimbra Editora;
O Desespero Humanista na Obra de Miguel Torga, 1955 Coimbra, Coimbra Editora;
Heterodoxia II, 1967 Coimbra, Coimbra Editora;
Sentido e Forma da Poesia Neo-Realista, 1968 Lisboa, Editorial Ulisseia;
Fernando Pessoa Revisitado. Leitura Estruturante do Drama em Gente, 1973 Porto, Editorial Inova;
Tempo e Poesia – À Volta da Literatura, 1974 Porto, Editorial Inova;
Os Militares e o Poder, 1975 Lisboa, Arcádia;
O Fascismo nunca Existiu, 1976 Lisboa, Publicações D. Quixote;
Situação Africana e Consciência Nacional, 1976 Amadora, Publicações Génese;
O Labirinto da Saudade – Psicanálise Mítica do Destino Português, 1978 Lisboa, Publicações D. Quixote;
O Complexo de Marx ou o Fim do Desafio Português, 1979 Lisboa, Publicações D. Quixote;
O Espelho Imaginário – Pintura, Anti-Pintura, Não-Pintura, 1981 Lisboa, Imprensa Nacional – Casa da Moeda;
Poesia e Metafísica – Camões, Antero, Pessoa, 1983 Lisboa, Sá da Costa Editora;
Ocasionais I, 1984 Lisboa, A Regra do Jogo;
Fernando, Rei da Nossa Baviera, 1986 Lisboa, Imprensa Nacional – Casa da Moeda;
Heterodoxia I e II, 1987 Lisboa, Assírio e Alvim;
Nós e a Europa ou as Duas Razões, 1988 Lisboa, Imprensa Nacional – Casa da Moeda;
O Canto do Signo – Existência e Literatura (1957-1993), 1994 Lisboa, Editorial Presença; 2017 Lisboa, Gradiva;
A Europa Desencantada – Para uma Mitologia Europeia, 1994 Lisboa, Visão;
Cultura e Política na Época Marcelista, 1996 Lisboa, Cosmos;
Nós Como Futuro, 1997 Lisboa, Assírio & Alvim;
O Esplendor do Caos, 1998 Lisboa, Gradiva;
Portugal como Destino seguido de Mitologia da Saudade, 1999 Lisboa, Gradiva;
A Nau de Ícaro seguido de Imagem e Miragem da Lusofonia, 1999 Lisboa, Gradiva;
A Noite Intacta. (I)recuperável Antero, 2000 Vila do Conde, Centro de Estudos Anterianos;
Destroços – O Gibão de Mestre Gil e Outros Ensaios, 2004 Lisboa, Gradiva;
O Lugar do Anjo – Ensaios Pessoanos, 2004 Lisboa, Gradiva;
A Morte de Colombo – Metamorfose e Fim do Ocidente como Mito, 2005 Lisboa, Gradiva;
As Saias de Elvira e Outros Ensaios, 2006 Lisboa, Gradiva;
Paraíso sem Mediação (breves ensaios sobre Eugénio de Andrade), 2007 Porto, ASA Editores;
A Esquerda na Encruzilhada ou Fora da História? – Ensaios Políticos, 2009 Lisboa, Gradiva;
Pequena meditação europeia. A propósito de Guimarães, 2011 Lisboa, Verbo-Babel;
Heterodoxias (O.C. Vol.I), 2011 Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian;
Tempo da Música, Música do Tempo, 2012 Lisboa, Gradiva;
Os Militares e o Poder seguido de O Fim de Todas as Guerras e a Guerra Sem Fim, 2013 Lisboa, Gradiva;
Do Colonialismo como Nosso Impensado, 2014 Lisboa, Gradiva;
Sentido e Forma da Poesia Neo-realista e Outros Ensaios, (O.C. Vol. II), 2014 Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian;
Do Brasil, fascínio e miragem, 2015 Lisboa, Gradiva;
Crónicas quase marcianas, 2016 Lisboa, Gradiva;
Tempo e Poesia, (O.C. Vol. III), 2016 Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian;
Da Pintura, 2017 Lisboa, Gradiva;
Tempo Brasileiro: Fascínio e Miragem, (O.C. Vol. IV), 2018 Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian;
Da Música, (O.C. Vol. V), 2019 Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian;
Estudos sobre Camões, (O.C. Vol. VI), 2019 Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian;
Antero. Portugal como Tragédia, (O.C. Vol. VII), 2019 Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian;
Requiem para alguns vivos, (O. C. Vol. VIII) 2020 Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian;
Pessoa revisitado: critica Pessoana I, (O. C. Vol IX) 2020 Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian;
Ver é Ser Visto, Fragmentos Essenciais, 2021 Lisboa, Gradiva;
Jorge de Sena, Contemporâneo Capital, (O. C. Vol X) 2021 Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian;
O Lugar do Anjo. Crítica Pessoana II (1983-2017), (O. C. Vol. XI) 2022 Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian;
Segundo Paraíso – do Cinema como ficção do nosso sobrenatural, (O. C. Vol. XII) 2022 Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian;
1990 - Medalha Oskar Nobiling (Sociedade Brasileira de Língua e Literatura);
1995 - Doutoramento Honoris Causa pela Universidade do Rio de Janeiro;
1996 - Doutoramento Honoris Causa pela Universidade de Coimbra;
1998 - Doutoramento Honoris Causa pela Universidade Nova de Lisboa;
2007 - Doutoramento Honoris Causa (Literaturas e Filologias Europeias) pela Universidade de Bolonha;
Criação da Cátedra Eduardo Lourenço na Universidade de Bolonha;
2018 - Criação da Cátedra Eduardo Lourenço na Universidade de Aix-Marselha;
1974 - Prémio Casa da Imprensa;
1984 - Prémio Pen Club;
1986 - Prémio Jacinto do Prado Coelho;
1988 - Prémio Europeu de Ensaio Charles Veillon;
1992 - Prémio António Sérgio;
1996 - Prémio D. Dinis (Fundação da Casa de Mateus);
Prémio Camões2001 Prémio Vergílio Ferreira (Universidade de Évora);
2003 - Prémio “Troféu da Latinidade”;
2006 - Prémio Extremadura para a Criação, categoria Melhor Trajectória Literária de Autor Iberoamericano (Junta da Extremadura, Espanha);
2007 - Premio Speciale Giuseppe Acerbi Saggistica (Castel Goffredo - Itália);
2011 - Prémio Vida e Obra (Sociedade Portuguesa de Autores);
Prémio Fernando Pessoa2012 Prémio Universidade de Lisboa;
2013 - Prémio Jacinto do Prado Coelho;
2016 - Prémio Vasco Graça Moura;
Prémio Europeu Helena Vaz da Silva para a Divulgação do Património Cultural (Centro Nacional de Cultura / Europa Nostra / Clube Português de Imprensa), ex aequo com o cartoonista francês Plantu.
Prix du Rayonnement de la Langue et de la Littérature Françaises de l'Académie Française2018 Prémio de Filosofia-Carreira da Câmara Municipal de Abrantes
2019 - Prémio Livraria Lello – Eduardo Lourenço;
2020 - Prémio Árvore da Vida - Padre Manuel Antunes;
2021 - Prémio Internacional em Estudos Culturais Virgínia Quaresma (Prémio Carreira), da Universidade de Aveiro;
1981 - Ordem de Santiago e Espada (Grande Oficial);
1992 - Ordem do Infante D. Henrique (Grã-Cruz);
1996 - Ordre National du Mérite (Officier);
2000 - Ordre des Arts et des Lettres (Chevalier);
2002 - Légion d’Honneur (Chevalier);
2003 - Ordem de Santiago e Espada (Grã-Cruz);
2008 - Medalha de Mérito Cultural – Governo Português;
Orden del Mérito Civil (Encomienda de Número) – Espanha;
2014 - Ordem da Liberdade (Grã-Cruz);
1984 - Prelo, “Sobre Eduardo Lourenço” (número especial, Maio);
1990 - Letras&Letras, “Dossier Eduardo Lourenço”, Ano III, nº27, Março, (organização de Albano Martins), pp.7-13;
1995 - Homenagem a Eduardo Lourenço “50 anos de Vida Literária”, Almeida - S. Pedro do Rio Seco-Guarda (8, 9 e 10 de Setembro);
Homenagem do Jornal do Fundão com caderno especial, 8 de Setembro;
1999 - Homenagem da Câmara de Cascais;
2001 - Medalha de Ouro da Cidade de Coimbra;
2003 - Homenagem da revista Metamorfoses (Rio de Janeiro) com um dossier sobre a sua obra;
Homenagem da Biblioteca Municipal da Maia (“Eduardo Lourenço, uma Cartografia Imaginária”) com uma exposição bibliográfica que se tornou itinerante;
Lançamento de Tempos de Eduardo Lourenço - Fotobiografia, org. de Maria Manuela Cruzeiro/ Maria Manuel Baptista “Nos 80 anos de Eduardo Lourenço”,
Jornal de Letras Artes e Ideias (especial de 24 páginas), nº851, de 14 a 27 de Maio;
2005 - Encontro de Professores de Português - Homenagem a Eduardo Lourenço - Casa Diocesana de Vilar-Porto;
2007 - Homenagem no Congresso Internacional Jardins do Mundo (Funchal-Madeira);
2008 - Eduardo Lourenço - Congresso Internacional promovido pelo Centro Nacional de Cultura e Fundação Calouste Gulbenkian;
Homenagem da Câmara Municipal da Guarda nos 85 anos de Eduardo Lourenço;
Revista Relâmpago, Eduardo Lourenço, leitor de poesia, n.º 22-4;
Medalha de Ouro da Cidade da Guarda Inauguração da Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço na Guarda;
“O Mistério e a Vertigem – Poesia para Eduardo Lourenço”, Homenagem do Teatro Nacional D. Maria II com recital de poesia e descerramento de uma lápide evocativa no foyer do Teatro;
2009 - Cidadão Honorário da Cidade do Porto;
Revista Colóquio Letras, Eduardo Lourenço: uma ideia do mundo, nº171, Maio/Agosto;
2011 - Homenagem a Eduardo Lourenço, “Labirinto de um Heterodoxo revisitado em S. Pedro do Rio Seco”;
Congresso Eduardo Lourenço et la Passion de l’Humain, organização de Maria Graciette Besse (Univ. Paris IV-Sorbonne) e Fundação Calouste Gulbenkian (Delegação em França);
2012 - Homenagem das Correntes da Escrita - Póvoa do Varzim;
2015 - Por ocasião da 5ª edição do Festival Literário da Madeira, a Câmara Municipal do Funchal atribui a Eduardo Lourenço a Medalha de Honra da Cidade;
A 24 de março Eduardo Lourenço foi eleito sócio-honorário da Academia das Ciências de Lisboa;
A Câmara Municipal do Fundão entrega, a 24 de abril, a medalha de ouro do município a Eduardo Lourenço;
2019 - Homenagem da Livraria Lello, no âmbito das comemorações do seu 113º aniversário, e consequente criação do Prémio Livraria Lello – Eduardo Lourenço;
2020 - Eduardo morreu em Lisboa a 1 de dezembro, aos 97 anos. O Governo decretou 1 dia de luto nacional.
Publicado por: Freguesia de São Pedro de Rio Seco
Publicado em: 26-11-2025
Fonte original: Eduardo Lourenço - Centro Nacional de Cultura
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